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1 de mar de 2017

Impressionante: Animais são capazes de ter comportamentos humanos

Sabe aquela sensação que você tem de que seu cachorro entende seus problemas e seu gato escuta tudo o que você fala?

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Sabe aquela sensação que você tem de que seu cachorro entende seus problemas e seu gato escuta tudo o que você fala?


 Muitos bichinhos têm alguns comportamentos que até então pareciam ser exclusivamente humanos – Reprodução
Muitos bichinhos têm alguns comportamentos que até então pareciam ser exclusivamente humanos – Reprodução
Não é de hoje que animais demonstram habilidades tão parecidas com as humanas, e, se você for um pouco mais além, vai perceber que muitos bichinhos têm alguns comportamentos que até então pareciam ser exclusivamente humanos.

Confira a seguir alguns exemplos de atitudes humanas presentes em diferentes animais:


1 – Saguis são politizados e chipanzés fingem sorrisos

Você já reparou na sua capacidade de dar início a conversas a respeito do clima em um elevador ou no banco de um táxi para evitar um silêncio desconfortável? Além disso, você consegue também, quando não quer perder o amigo, fingir que achou graça de uma piada que não entendeu e até forjar um sorriso. Quem nunca?

Se acha que somente um cérebro desenvolvido é capaz de promover as duas atitudes citadas acima, você pode estar enganado. Os saguis, por exemplo, têm o costume de se comunicar de modo politizado, embora os cientistas ainda não saibam o que esses animais dizem.

A novidade é que um estudo feito pela Universidade de Portsmouth constatou que chipanzés têm dois tipos diferentes de risadas: as verdadeiras, relacionadas a algum momento de diversão; e as falsas, que acontecem em menor proporção. É o “hehe” desses animais diante de uma brincadeirinha sem graça. Quem diria...


2 – Ratos sentem cócegas

Imagine passar duas semanas fazendo cócegas em ratinhos? Pois foi esse o trabalho de alguns cientistas que, depois de afagar a barriga desses bichinhos, perceberam que não apenas eles gostam da experiência como se divertem e dão risada com ela.

O som que os ratinhos fazem quando estão felizes foi monitorado pelos cientistas, que expuseram os animais a um som que lhes dava medo. Quando recebiam afagos antes de ouvir o temido som, os ratinhos aparentavam menos medo do que o normal.

O barulho que os ratos faziam quando recebiam os afagos era o mesmo de quando estavam brincando com outros ratinhos. Outro sinal importante: quando os pesquisadores interrompiam as cócegas, muitos ratos se posicionavam embaixo de suas mãos, igual seu cachorro faz quando você para de agradá-lo. Além de tudo, os ratos que não gostaram da interação com os pesquisadores aparentam ser neuróticos e antissociais.

3 – Vacas têm melhores amigas

Se você parar bem para pensar, vai perceber que as pessoas não sabem muito a respeito de vacas. São animais grandes, bonitos, produtores de leite. E o que mais? Você sabia, por exemplo, que elas são muito mais emocionais do que você imagina? Elas têm a capacidade de fazer amizades e manter relações sociais, por exemplo.

Pesquisadores da Universidade de Northampton estudaram como esses animais reagiam ao isolamento, mediram níveis de cortisol, substância diretamente relacionada ao stress, e também monitoraram a frequência cardíaca dos animais.

Os cientistas descobriram que não apenas as vacas preferem a companhia de outras vacas como frequentemente escolhem suas vaquinhas favoritas para serem suas melhores amigas. Os sinais vitais das vacas eram mais favoráveis quando elas estavam na presença de suas BFFs. Caso contrário, ficavam profundamente tristes e a produção de leite despencava. Mas que coisa!

4 – Os pássaros que fazem velório

Alguns passarinhos da família Corvidae, conhecidos também como pássaros Jay, têm o costume de fazer uma espécie de funeral quando algum outro animal da mesma espécie é morto. Uma pesquisa feita pela Universidade da Califórnia descobriu que essas aves têm um tipo de velório parecido com o nosso.

Os pesquisadores já tinham um desses pássaros mortos quando iniciaram a pesquisa. Eles deixaram o cadáver perto dos outros para observar a reação e perceberam que, quando viram o animal morto, as aves começaram uma espécie de choro, um canto diferente do normal, que acaba atraindo pássaros de outras espécies. De acordo com os cientistas, o comportamento diferente dos passarinhos durou alguns dias, como se fosse uma espécie de luto.

5 – Pombos e as estatísticas

Se você se acha esperto demais talvez fique chocado com o fato de que pombos entendem melhor de estatísticas do que você. Esses animais tão odiados podem esconder grandes mistérios quando o assunto é a sua inteligência.

Acompanhe esse exemplo: você vai a um desses programas de televisão e a tarefa é simples: há três portas fechadas no palco. Uma delas esconde um carro e, as duas outras, cabras. Sua tarefa é escolher a porta certa. Uma vez que você decide ficar com a porta de número 3, por exemplo, o apresentador abre a porta de número 2. Atrás dessa porta está uma cabra. E sua tarefa agora é escolher se vai permanecer apostando na porta de número 3 ou se vai mudar e escolher a de número 1.

Sua lógica pensa da seguinte maneira: se uma das cabras já foi descartada, sua chance é de 50% e é melhor que você continue apostando tudo na porta 3, certo? Errado! Matematicamente falando, mesmo com a porta aberta, você ainda tem 2 em 3 chances de estar errado, e isso significa que, se você trocar de porta, suas chances de ganhar subirão para 66%. Parece absurdo e, de fato, é, mas é verdade.

A relação dessa história com a inteligência dos pombos está no fato de que muitas pessoas tendem a não mudar sua ideia original. O mesmo não acontece com os pombos, que ganhariam o carro no seu lugar enquanto você sairia do programa com uma cabra.

Pesquisadores descobriram isso de uma maneira relativamente simples. Eles selecionaram vários desses pássaros para decidir quais chaves seriam capazes de abrir determinadas portas. As chaves tinham cores diferentes e eram indicadas com o bico.

Os animais que escolhiam as chaves corretas recebiam alimentos em troca, enquanto os que erravam não recebiam nada. A verdade é que aqueles que não tinham as respostas corretas passaram mais tempo analisando suas tarefas futuras, na tentativa de acertar e receber, como os outros animais, a recompensa pelo acerto. Eles sabem, por exemplo, que no caso do jogo das portas, a terceira porta tem sempre mais chance de esconder o carro.

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