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1 de abr de 2017

Empresas brasileiras estão trabalhando com inteligência artificial

Influenciadas pelas gigantes do exterior, startups do brasileiras estão investindo na área. “Não se trata de algo importante apenas para elas”.

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Influenciadas pelas gigantes do exterior, startups do brasileiras estão investindo na área. “Não se trata de algo importante apenas para elas”.


 “Trata-se de se manter competitivo” – Reprodução
“Trata-se de se manter competitivo” – Reprodução
A inteligência artificial chegou para revolucionar o mundo. Os negócios, é claro, também foram afetados pela tecnologia. Por aqui já sabemos que a tecnologia ainda está dando seus primeiros passos e algumas empresas estão de olho nisso.

Influenciadas pelas gigantes do exterior, startups do brasileiras estão investindo na área. “Não se trata de algo importante apenas para elas. Trata-se de se manter competitivo em um mercado que em breve terá aplicações mais inteligentes presentes de forma generalizada”, explica Felipe Matos, sócio fundador da Startup Farm, empresa que trabalha com o desenvolveimento de startups no Brasil.

E é importante destacar que não estamos falando aqui apenas das centenas de chatbots que existem, mas sim de projetos mais avançados. Entre as vantagens estão a possibilidade de automatizar processos, maior eficiência com redução e custos, aumento na velocidade de conclusão de tarefas, entre outras.

É possível, até mesmo, trabalhar com tarefas de outras áreas, como no campo da saúde. Segundo Matos, já existem programas no exterior que trabalham com a análise de milhares de exames para determinar diagnósticos médicos.

A UpPoints, de Florianópolis, em Santa Catarina, por exemplo, utiliza o recurso para ajudar varejistas e fabricantes a controlarem melhor seus estoques de produtos que são disponibilizados em prateleiras de supermercados. A empresa desenvolveu uma aplicação que utiliza câmeras para coletar dados relacionados com a quantidade de um determinado produto, a distribuição das marcas entre as gôndolas e o comportamento do consumidor.

A mineira Nexer, por sua vez, faz o uso da inteligência artificial para tentar resolver um grave problema das grandes cidades brasileiras: as condições de trânsito. A startup busca identificar padrões para ajudar os motoristas a melhorarem a direção.

Na prática, as aplicações vão ajudar os motoristas a saberem todas as informações relevantes sobre os aspectos mecânicos do automóvel, onde o veículo está a todo o momento, além de permitir o contato com mecânicos de plantão para auxiliar no caso de problemas inesperados. Tudo isso é feito por um dispositivo que é instalado no carro e conectado ao smartphone do usuário.
Para as indústrias e empresas maiores, os serviços criados pela Fhinck, de São Paulo, e pela Virturian, de Belo Horizonte, buscam atender as necessidades dos gestores que precisam aumentar a velocidade de seus processos e querem torná-los mais eficazes.

A primeira utiliza a IA para mapear processos de clientes corporativos monitorando todos os softwares que estão em execução nos computadores dos colaboradores. A segunda busca analisar a rede de comunicação da indústria para prever falhas nos motores elétricos e outros equipamentos industrias. Dessa forma, o cliente consegue antecipar a manutenção e economizar com reparos.

O futuro


Para o executivo da Startup Farm, é preciso que os empreendedores e desenvolvedores conheçam o potencial de utilização e as melhores técnicas de uso para essas tecnologias. Quando isso acontecer, os pioneiros terão vantagens nesse mercado. Resta saber agora quem vai conseguir fazer isso primeiro.

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