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13 de jun de 2017

App que sincroniza músicas em vários celulares chega ao Brasil

Sem alto-falantes, aplicativo faz som tocar em smartphones para propagar a música por todo o ambiente.

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Sem alto-falantes, aplicativo faz som tocar em smartphones para propagar a música por todo o ambiente.


Com o lançamento do AmpMe no Brasil, a empresa terá servidores na América do Sul – Reprodução
Com o lançamento do AmpMe no Brasil, a empresa terá servidores na América do Sul – Reprodução
Imagine que você quer organizar uma festa, mas não tem equipamento de áudio para reproduzir músicas. Um aplicativo grátis para smartphones, que desembarca oficialmente no Brasil nesta semana, pode resolver isso e tornar o seu evento um tanto diferente.

Chamado AmpMe, ele sincroniza a sua playlist musical com diversos smartphones Android e iPhones. Com isso, o som é propagado por todo o ambiente com o uso dos alto-falantes de vários smartphones. 

O segredo da tecnologia, segundo a empresa, é que o delay entre as músicas tocadas por celulares diferentes tem que ser muito pequeno, algo em torno de 10 milissegundos. E não adianta tentar sincronizar músicas do YouTube ou do Spotify na mão, os aplicativos desses serviços não têm a precisão necessária para gerar essa convergência sonora.

Com o lançamento do AmpMe no Brasil, a empresa terá servidores na América do Sul, para otimizar a velocidade da conexão entre aparelhos, e também lançará um recurso offline para que seja possível utilizar o aplicativo sem gastar o 4G. Fora isso, a empresa planeja festas ao som de smartphones usando o aplicativo e também competições online que premiarão os melhores vídeos feitos mostrando o uso do AmpMe.

“A música deixa as pessoas felizes. Em um show, todo mundo grita e tem arrepios quando ouve a banda tocar. A música é melhor quando ouvida junto a outras pessoas e os smartphones são mais usados para reproduzir músicas do que qualquer outro alto-falante no mundo”, disse Archambault.

Monetização

Por ora, a empresa não tem um plano declarado de monetização. Para tirar o projeto do chão, Archambault investiu 1,5 milhão de dólares do próprio bolso e também captou mais 9 milhões de dólares de investidores.

“Tivemos certa sorte porque nossos investidores entendem nossa visão e nos ajudaram a oferecer o app para diversas pessoas e nós as deixamos felizes. Eventualmente, isso vai levar à monetização”, disse o fundador do app.

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