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Cabeças cortadas, objetos e armas de Lampião e seus companheiros após a emboscada policial na fazenda Angicos, antigo esconderijo dos cangaceiros

Cabeças dos cangaceiros ao lado seus rifles
Cabeças dos cangaceiros ao lado seus rifles 

De acordo com relatos, o ataque foi rápido durando cerca de 20 minutos. Além de rápido, também foi preciso, poucos do bando de Lampião conseguiram escapar ao cerco e à morte, dos 34 cangaceiros, 11 morreram ali mesmo. Entre eles, Lampião foi um dos primeiros a morrer, e Maria Bonita umas das primeiras e se ferir gravemente.

A força policial, seguindo um costume comum para a época, decepou a cabeça de Lampião e de seus companheiros. Segundo um dos soldados que participou da ação, Maria Bonita ainda estava viva, apesar de bastante ferida, quando foi degolada, o mesmo ocorrendo com outros cangaceiros. Por fim, um dos policiais ainda deu um golpe de coronha de fuzil na cabeça de Lampião, o que a deformou (fato este que contribuiu para difundir a lenda de que Lampião não havia sido morto, e escapara da emboscada, tal foi a modificação causada na fisionomia do cangaceiro). Após a morte, os policiais andaram boa parte das terras onde o bando era conhecido, mostrando para todos os seus “troféus” – imagem do post.

Durante muito tempo, as famílias de Lampião, Corisco e Maria Bonita lutaram para enterrar seus familiares. Fato que só ocorreu com o Projeto de Lei nº 2.867, de 24 de maio de 1965. As cabeças de Lampião e Maria Bonita foram sepultadas no dia 6 de fevereiro de 1969, e os demais integrantes do bando tiveram seu enterro uma semana depois.

Livro afirma que Lampião não foi assassinado em Sergipe e que teve ajuda do Padre Cícero

Fonte: Imagens Históricas

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