Pernambucana lança clipe lúdico sobre desejo sexual

Pernambucana lança clipe lúdico sobre desejo sexual

A pernambucana Clarice Falcão lançou, nesta quinta-feira (21), um clipe para a faixa Dia D, que fala abertamente sobre sexo. O vídeo explora os diversos modos de amar e sentir desejo, de uma forma lúdica e bem-humorada. Realizado por Pablo Monaquezi e Filipe Oliveira, o vídeo está disponível no canal do YouTube da artista e chega às plataformas de streaming na forma de um single que conta com um remix assinado pelo projeto Pessoas Que Eu Conheço.

“A música foi composta para aliviar um pouco o clima denso do ‘Tem Conserto’ e fizemos ela pensando em uma música para ouvir se arrumando para sair. E veio dessa frase do ‘Eu vou dar’. A música é sobre uma pessoa muito ansiosa pois sabe que hoje ela vai dar”, conta Clarice, rindo.

O clipe surgiu de uma ideia de fotografias antigas posadas, apresentando diversos personagens. O vídeo conta com a participação de amigos e familiares de Clarice e pessoas da cena alternativa do Rio de Janeiro, que trabalham com a noite. “É como se o seu dia de dar fosse tão importante que você contratou um fotógrafo para registrar esse momento”, complementa a cantora. “O vídeo surgiu com a ideia de registrar esse Dia D, esse dia especial com a sua melhor roupa”.

Dia D faz parte do álbum Tem Conserto (2019), em que Clarice mostrou uma faceta mais densa e dançante, com produção de Lucas de Paiva. A cantora debate questões profundas e pessoas, ao mesmo tem em que celebra liberdades.

Trajetória

Clarice Falcão começou sua carreira musical em 2012 com um EP auto-intitulado. Com quatro canções cheias de humor em formato indie folk, o trabalho foi o ponto inicial para a construção de Monomania, debut lançado no ano seguinte. O álbum levou Falcão a ser indicada ao Grammy Latino de Artista Revelação.

Já o eclético Problema Meu (2016) trouxe uma compositora amadurecida. O disco falava sobre liberdade, empoderamento, feminismo e um olhar livre sobre o amor, bem diferente do seu trabalho de estreia. Deixando o indie folk de lado, o álbum produzido por Kassin passeou do carimbó ao synthpop. Com informações Diário de Pernambuco.

Veja o vídeo: