Como evitar a febre amarela? Da vacina ao repelente, conheça os métodos que impedem a transmissão da febre amarela a você e a seus familiares.

 

Veja algumas maneiras de evitar a doença – Foto: Reprodução

Veja algumas maneiras de evitar a doença – Foto: Reprodução

Para evitar ser acometido pela febre amarela, a recomendação é não deixar os mosquitos que transmitem o vírus picá-lo, seja com repelente, seja vestindo roupas longas ou instalando telas. A vacinação, especialmente para quem vai a áreas de circulação dessa doença, também é fundamental.

A vacina

Após dez dias da aplicação, o imunizante oferece uma alta taxa de proteção contra o vírus da febre amarela. Não à toa, ele é preconizado a todas as pessoas que moram ou vão visitar uma área com risco de transmissão, desde que não possuam uma contraindicação. E veja: no Brasil, esses locais são muito mais comuns do que se imagina!

Basicamente, a vacina estimula o próprio organismo a produzir anticorpos que não deixam a febre amarela se instalar mesmo se o vírus entrar em contato com você. Assim, é realmente a forma mais segura de afastar o problema.

E mais: a OMS já garante que uma única dose da versão tradicional garante proteção pelo resto da vida. A versão fracionada oferece, segundo o Ministério da Saúde, ao menos oito anos de blindagem contra a infecção.

No entanto, como traz um risco mínimo de reações graves, a vacina não é recomendada a quem não possui qualquer chance de entrar em contato com os mosquitos que passam a doença. Hoje, a febre amarela está restrita a zonas próximas à mata, onde é disseminada pelos mosquitos Sabethes e Haemagogus. As campanhas com doses fracionadas estão sendo feitas, entre outras coisas, para impedir que o Aedes aegypti passe a carregar o vírus e infectar seres humanos em larga escala seria a urbanização da enfermidade.

Repelente e afins

Os métodos que impedem o inseto infectado de picar seres humanos são ótimas opções, tanto em conjunto com a vacina quanto em situações onde ela não pode ser aplicada. Vale lembrar que, por exemplo, bebês com menos de seis meses e pessoas em tratamento com quimioterápicos ou imunossupressores não devem se vacinar especialmente sem consultar um profissional.

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